sábado, 8 de maio de 2010

A Internet na Comunicação

Preparado por
Edinan Serra
A Internet brasileira a cada dia se torna mais evoluída. Há quem diga que, com a criação dos blogs, qualquer pessoa pode ser jornalista. Estamos vivendo um processo contínuo de evolução da Internet, mas no meu ponto de vista, a internet só vem a somar, ou seja, contribuir para a disseminação e evolução das informações para a qualidade do Jornalismo. Ela (internet) trouxe maior agilidade na divulgação dos fatos e permiti manifestação de muitas pessoas em (blogs), fazendo com que aqueles assuntos que “teoricamente” não eram tão importantes se tornem importantes para a sociedade.

Se pararmos para refletir em como era o mundo dez anos atrás, sem internet. Talvez chegaremos à conclusão, de que vivíamos em um planeta sem informação. Hoje podemos dizer que o Jornalismo é muito mais participativo. Com a Internet, os jornalistas, ou seja, o produtor de conteúdo tem o poder de publicar seus textos sem precisar passar pelo crivo do editor.

Muitos blogs são alvos de críticas por causa da credibilidade das informações. Sabemos que o Jornalismo sério é um pouco mais denso, pois a apuração de fatos e fontes precisas são imprescindíveis, para que o jornalista passe credibilidade ao leitor. Penso que esta é a segunda revolução altamente significativa do jornalismo. Pois, a primeira aconteceu no momento da produção do jornal impresso.

Novas tecnologias surgem e outras ficam mais esquecidas. Contudo, somos cientes de que na Internet, o furo de reportagem é praticamente instantâneo. Hoje, a leitura das notícias acontece praticamente em tempo real. Não temos trabalho ao ler a notícia pela Internet. Veja bem: você, na sala, com seu computador, lendo uma notícia. Não amassa. Não se desfaz quando molha. Não desbota e não solta tinta. Portanto, não quer dizer que eu seja contra, quem gosta da notícia impressa.

Acho que com a evolução da internet, cresceu a responsabilidade dos jornalistas. Ele deixa de ser a principal fonte de notícias, mas cabe a ele filtrar, dar o “tempero” e a veracidade as notícias. Coisas que só um profissional pode fazer. Aos não jornalistas caberão a opinião e a rapidez das informações. Acho que este será o futuro da nossa mídia.

"Febem forma Doutores"

Filme: O Contador de Histórias
Diretor: Luiz Villaço

Preparado por
Edinan Serra


Filme Baseado em fatos reais. Belo Horizonte, fim da década de 70. Aos seis anos, Roberto Carlos Ramos já demonstrava enorme talento para contar histórias. Era o caçula de dez irmãos e morador de favela, foi escolhido por sua mãe para ir viver numa nova instituição anunciada pelo governo como uma oportunidade para aqueles que viviam na pobreza.

O Filme retrata para muitos, a verdadeira história que se esconde na sociedade e que muitas vezes só tendo a coragem de alguns Diretores para expôr essa realidade para um mundo que percebemos tanta ingenuidade do povo a "Febem forma doutores", ainda tem pessoas que acreditam. Pois, a realidade da nossa sociedade é dura, mas as cenas vistas no filme deixam claro que não passa de depósito de pessoas excluídas da sociedade, e que não deveria ser assim. Percebe-se, que para tudo tem jeito basta ter autonomia para lidar nesse País, pois sabemos que é abençoado, porém mal administrado e mal trabalhado. No entanto, exemplos como o de Roberto, é emocionante, e o diretor trabalha com transparência que retrata a realidade da vida.

Portanto, é notória que o filme relata bem à realidade das nossas instituições, que deveriam reintegrar as nossas crianças e adolescentes a sociedade, mais fazem o contrário, as transformam em excluídos perante a mesma. É necessário que se faça uma reflexão social e humana, que venha estimular o interesse pelo desenvolvimento de novas possibilidades de projetos que possam abranger os processos formativos na vida família de cada ser humano.

“Não há pessoas irrecuperáveis – há pessoas não amadas, incompreendidas, sem oportunidade.”
Roberto Carlos Ramos

Fotografia Arte ou documento?

Preparado por
Edinan Serra


O filme “Os fotógrafos” demonstrar como a imagem pode ser um instrumento valioso na reconstrução da memória do individuo, possibilitando que no futuro as imagens registradas pelos fotógrafos possam ser usadas para a criação de um documento que recupere uma parcela da memória social de um povo, pois a fotografia também é memória podendo assim reconstruir um passado.

O fotógrafo a rigor faz registro de imagens, mais isso não quer dizer que seja arte, mas pode ser possível fazer arte com a fotografia, pois ao fotografar acontecimentos e mostrar o mundo através de uma câmera trabalhando com as cores em sua imagem, ele pode atingir o efeito pretendido usando as regulagens de maneira correta para ampliar, reduzir ou escurecer a fotografia, portanto o mesmo tem que encontrar o momento perfeito, escolher o ângulo certo, e o melhor enquadramento.

É notório, que o grande problema da fotografia ser “arte ou documento?” é devido à similaridade sensorial das boas fotos com os bons quadros, e também o fato de que uma amostra fotográfica seja praticamente como uma exposição de telas artísticas.

Visivelmente percebe-se que a fotografia é um aprendizado de observação paciente, que requer elaboração minuciosa de diferentes estratégias de aproximação com o objeto, de uma vigilância constante e de prontidão para captar a imagem no momento do acontecimento, como é identificada claramente essa estratégia no filme.

Penso que ser um bom fotografo, é amar este oficio ter bons conhecimentos técnicos, rigor, intuição, sensibilidade e sentido de oportunidade, pois esses quesitos devem ser características essenciais para quem escolhe ser fotografo. E como em toda e qualquer profissão a força de vontade, persistência e grande criatividade, completam o “retrato” desta que também pode ser considerada uma “arte”.