Preparado por
Edinan Serra
A Internet brasileira a cada dia se torna mais evoluída. Há quem diga que, com a criação dos blogs, qualquer pessoa pode ser jornalista. Estamos vivendo um processo contínuo de evolução da Internet, mas no meu ponto de vista, a internet só vem a somar, ou seja, contribuir para a disseminação e evolução das informações para a qualidade do Jornalismo. Ela (internet) trouxe maior agilidade na divulgação dos fatos e permiti manifestação de muitas pessoas em (blogs), fazendo com que aqueles assuntos que “teoricamente” não eram tão importantes se tornem importantes para a sociedade.
Se pararmos para refletir em como era o mundo dez anos atrás, sem internet. Talvez chegaremos à conclusão, de que vivíamos em um planeta sem informação. Hoje podemos dizer que o Jornalismo é muito mais participativo. Com a Internet, os jornalistas, ou seja, o produtor de conteúdo tem o poder de publicar seus textos sem precisar passar pelo crivo do editor.
Muitos blogs são alvos de críticas por causa da credibilidade das informações. Sabemos que o Jornalismo sério é um pouco mais denso, pois a apuração de fatos e fontes precisas são imprescindíveis, para que o jornalista passe credibilidade ao leitor. Penso que esta é a segunda revolução altamente significativa do jornalismo. Pois, a primeira aconteceu no momento da produção do jornal impresso.
Novas tecnologias surgem e outras ficam mais esquecidas. Contudo, somos cientes de que na Internet, o furo de reportagem é praticamente instantâneo. Hoje, a leitura das notícias acontece praticamente em tempo real. Não temos trabalho ao ler a notícia pela Internet. Veja bem: você, na sala, com seu computador, lendo uma notícia. Não amassa. Não se desfaz quando molha. Não desbota e não solta tinta. Portanto, não quer dizer que eu seja contra, quem gosta da notícia impressa.
Acho que com a evolução da internet, cresceu a responsabilidade dos jornalistas. Ele deixa de ser a principal fonte de notícias, mas cabe a ele filtrar, dar o “tempero” e a veracidade as notícias. Coisas que só um profissional pode fazer. Aos não jornalistas caberão a opinião e a rapidez das informações. Acho que este será o futuro da nossa mídia.
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